Acordamos na Ilha da Cotia após um ótimo pernoite. Fui bem despertado por um passarinho bem atrevido que entrou dentro da cabine e comeu quase uma banana inteira que estava na fruteira.
Almoçamos aquele churrasco feito pelo Vovô Vande. A Isadora foi à praia, pisou na areia e tomou banho de água salgada pela primeira vez e adorou!
Saímos por volta das 14:30h rumo ao Saco do Mamanguá, o "fiorde brasileiro". Velejamos contra o vento, em través e popa. O Guará teve um bom rendimento, com velocidade de 3,5 nós (quase 7 km/h) apenas com a genoa, com um vento de 10 nós. Estamos gostando cada vez mais dele. Apesar de muito simples e pequeno, apenas 28 pés (8,60m de comprimento), transmite muita segurança, é estável e navega muito bem. Sem dúvida, um excelente projeto do Cabinho.
Apesar de havermos planejado ancorar nos fundos do Mamanguá, decidimos navegar um pouco mais e procurar melhor um ancoradouro. Tivemos um ligeiro encalhe em uma das praias, ao tentar aproximação. O Guará também desencalha muito fácil, devido ao formato da base da quilha. Por fim, ancoramos mesmo nos fundos do Mamanguá, bem abrigados, em fundo de lodo, a 4m de profundidade. Consumo de água no dia: novamente 10 litros.
O Mamanguá é lindo!
Os pezinhos encolhidos por causa da areia.
Adorável fim de tarde.



