Navegue conosco e conheça um pouco da nossa história, movida pela simplicidade do vento, quase à Luz de Velas...
sábado, 24 de dezembro de 2016
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
Dia 5 - Angra dos Reis
"Diário Querido,
Foi como planejado: sair bem cedinho da Ilha das Couves, em Ubatuba/SP, com destino à Angra dos Reis/RJ.
As meninas dormiam profundamente. Já estamos acostumados a acordar de madrugada para viajar. E a parte mais chata, é sempre acordar os outros. Ter que dizer no pé do ouvido "-ei, vamos, está na hora...", e acompanhar o esforço do outro pra sair da cama dá uma certa dó.
Desta vez foi diferente. Aquela brisa leve, daquele corredor de vento formado da entrada da cabine até a gaiúta da cozinha, disse no meu ouvido: "-você não tem que ligar o motor, vai fazer barulho. Vai assim, quietinho, com casa e tudo desta vez". Eu ouvi a brisa, esquentei uma água, passei um café, peguei um pacote de bolacha, uma banana, acendi as luzes de navegação e fui lá fora. Folguei a escota da vela grande, balancei a retranca de um lado para outro. Subi a vela devagarinho, amarrei a adriça no cunho e soltei o amantilho. Ela começou a panejar, convidando o barco ao movimento. Fui até a proa, comecei a puxar as amarras com alguma velocidade. Um, dois, três quartéis, e pesou. Puxei com mais força e o ferro subiu com alguma facilidade. Já estava então mais perto das piscinas naturais que, agora sem enxergar, havia admirado no dia anterior. Corri para o cockpit, cacei a escota e o barco começou a ganhar velocidade. Dei um bordo rápido, perfeito e, de través, o barco começou a se afastar da praia. Sorri, aliviado. Olhei pra dentro da cabine, ouvindo o barulhinho da espuma da água cortada pelo leme. As meninas ainda dormiam. Em contravento, fomos bordejando, até que toda a tripulação estivesse acordada. Em poucas horas, estaríamos no Estado do Rio de Janeiro..."
Foi como planejado: sair bem cedinho da Ilha das Couves, em Ubatuba/SP, com destino à Angra dos Reis/RJ.
As meninas dormiam profundamente. Já estamos acostumados a acordar de madrugada para viajar. E a parte mais chata, é sempre acordar os outros. Ter que dizer no pé do ouvido "-ei, vamos, está na hora...", e acompanhar o esforço do outro pra sair da cama dá uma certa dó.
Desta vez foi diferente. Aquela brisa leve, daquele corredor de vento formado da entrada da cabine até a gaiúta da cozinha, disse no meu ouvido: "-você não tem que ligar o motor, vai fazer barulho. Vai assim, quietinho, com casa e tudo desta vez". Eu ouvi a brisa, esquentei uma água, passei um café, peguei um pacote de bolacha, uma banana, acendi as luzes de navegação e fui lá fora. Folguei a escota da vela grande, balancei a retranca de um lado para outro. Subi a vela devagarinho, amarrei a adriça no cunho e soltei o amantilho. Ela começou a panejar, convidando o barco ao movimento. Fui até a proa, comecei a puxar as amarras com alguma velocidade. Um, dois, três quartéis, e pesou. Puxei com mais força e o ferro subiu com alguma facilidade. Já estava então mais perto das piscinas naturais que, agora sem enxergar, havia admirado no dia anterior. Corri para o cockpit, cacei a escota e o barco começou a ganhar velocidade. Dei um bordo rápido, perfeito e, de través, o barco começou a se afastar da praia. Sorri, aliviado. Olhei pra dentro da cabine, ouvindo o barulhinho da espuma da água cortada pelo leme. As meninas ainda dormiam. Em contravento, fomos bordejando, até que toda a tripulação estivesse acordada. Em poucas horas, estaríamos no Estado do Rio de Janeiro..."
sexta-feira, 9 de dezembro de 2016
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
Preparando o Barquinho
Este casal criativo bolou ótimas soluções em seu barquinho para uma grande travessia.
Vale a pena conferir!
Velejando no Lago Paranoá
Queridos(as),
Vejam uma série de pequenos vídeos sem edição, gravados durante um "cruzeiro" do veleiro Isadora pelo lago Paranoá em Brasília.
Muito bons ventos!
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
Enquanto isso...
...a regata comemorativa do Dia do Marinheiro acontecia no Clube Naval, em Brasília.
No sábado, o veleiro Isadora estava na raia.
No domingo, a tripulação participou alegre a bordo do veleiro Mucuripe. Família + Amigos + Barco = :-)
No sábado, o veleiro Isadora estava na raia.
No domingo, a tripulação participou alegre a bordo do veleiro Mucuripe. Família + Amigos + Barco = :-)
O capitão "Mucuripe", a almiranta Fabiane e sua tripulação.
ps: eu tinha acabado de sentar em cima do pezinho da Isadora :-(
Veleiros
Prontos para zarpar!
O capitão "Mucuripe" é um cara muito legal!
A baixinha puxava os cabos para participar.
Montando a primeira bóia
Ciclone
Querido(a) Leitor(a),
Este final de semana foi duro no litoral sul do Brasil, área metereológica Charlie. Na madrugada de domingo, um ciclone causou vários danos, principalmente em barcos, Em Florianópolis, quando a área vermelha passou pela Ilha da Magia, muitos barcos se soltaram e foram parar na praia. Graças a Deus, o ciclone já está indo embora e causou apenas danos materiais.
Entrentar um destes lá no mar não deve ser nada fácil. Mas, como diz o ditado, "o maior perigo no mar é a terra".
Este final de semana foi duro no litoral sul do Brasil, área metereológica Charlie. Na madrugada de domingo, um ciclone causou vários danos, principalmente em barcos, Em Florianópolis, quando a área vermelha passou pela Ilha da Magia, muitos barcos se soltaram e foram parar na praia. Graças a Deus, o ciclone já está indo embora e causou apenas danos materiais.
Entrentar um destes lá no mar não deve ser nada fácil. Mas, como diz o ditado, "o maior perigo no mar é a terra".
"Fim de semana triste para muitos amigos velejadores..."
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