Feliz Aniversário, Isadora!
Navegue conosco e conheça um pouco da nossa história, movida pela simplicidade do vento, quase à Luz de Velas...
segunda-feira, 15 de janeiro de 2018
terça-feira, 9 de janeiro de 2018
Uma Experiência Marcante
"A Experiência de Velejada no Guará com Capitão Thom
Dia 04/01/2018 atendemos ao chamado do Capitão Thom para uma experiência a bordo do
Guará, em Governador Celso Ramos.
Guará, em Governador Celso Ramos.
Este breve relato se destina a manter um registro da experiência do ponto de vista do “usuário”.
O chamado
No dia 03/01 Capitão Thom fez o chamado: um convite para uma velejada curta, partindo da
Praia de Calheiros, extensivo à família.
Praia de Calheiros, extensivo à família.
Primeiro passo: convencer a esposa Mabi e o filho Enzo a entrar no Time.
O dia do convite foi corrido, e só confirmamos no dia da velejada.
O dia do convite foi corrido, e só confirmamos no dia da velejada.
A chegada no ponto de partida
Guiados pelo GPS do celular chegamos na belíssima praia de águas Calmas de Calheiros.
Logo avistamos a almirante Rita junto com a imediata Isadora, acompanhada dos dois outros
marujos Dani e Cris. Em breve Capitão Thom veio do veleiro Guará com o bote a remo.
Logo avistamos a almirante Rita junto com a imediata Isadora, acompanhada dos dois outros
marujos Dani e Cris. Em breve Capitão Thom veio do veleiro Guará com o bote a remo.
A primeira missão dos marujos foi pegar o remo e ajudar a levar a tripulação à bordo, em três
viagens.
viagens.
A velejada
Céu de brigadeiro, mar de almirante, o passeio iniciou com auxílio do motor, para sair da baía.
Passado algum tempo, hora de içar velas. Enquanto o marujo Dani assumiu o leme Capitão
Thom auxiliado pelo marujo Paulo - este que vos fala - começaram a içar as velas.
Em breve o veleiro começou a ser impulsionado pelos ventos de intensidade moderada em
direção ao norte, e o motor foi desligado.
Passado algum tempo, hora de içar velas. Enquanto o marujo Dani assumiu o leme Capitão
Thom auxiliado pelo marujo Paulo - este que vos fala - começaram a içar as velas.
Em breve o veleiro começou a ser impulsionado pelos ventos de intensidade moderada em
direção ao norte, e o motor foi desligado.
A tripulação pode desfrutar das belezas da região, com vistas para praias, costões e
montanhas, embalados com música e boa conversa. Alguns petiscos foram compartilhados
pelos marujos.
montanhas, embalados com música e boa conversa. Alguns petiscos foram compartilhados
pelos marujos.
Os marinheiros de primeira viagem Dani e Paulo se revezaram com o capitão Thom no leme.
Em um certo ponto o vento parou. Hora de um mergulho. Os mais corajosos mergulharam
de “ponta”, os mais tranquilos pularam em pé. Mas independente da “técnica” foi unânime
a sensação agradável do mergulho nas águas mornas e límpidas. Até a pequena Isadora
foi ao mar, no colo de um dos marujos.
de “ponta”, os mais tranquilos pularam em pé. Mas independente da “técnica” foi unânime
a sensação agradável do mergulho nas águas mornas e límpidas. Até a pequena Isadora
foi ao mar, no colo de um dos marujos.
Durante os mergulhos o barco foi virando em direção contrária, e alguns tripulantes nem
notaram. O vento voltou e o Capitão Thom informou que estaríamos retornando.
Pudemos agora apreciar as belezas das praias se aproximando, no retorno.
notaram. O vento voltou e o Capitão Thom informou que estaríamos retornando.
Pudemos agora apreciar as belezas das praias se aproximando, no retorno.
Na volta, após a amarra do veleiro, o capitão Thom desafiou os marujos Paulo e Enzo a voltar
para a praia à nado, e assim eles foram.
para a praia à nado, e assim eles foram.
Após o desembarque um excelente almoço em um dos restaurantes locais. Peixes frescos
pescados na região.
pescados na região.
Um excelente dia, com pessoas especiais. Uma experiência marcante!"
por Paulo Manoel Dias - tripulante convidado
O porto de partida
Animada tripulação
just relax...
O engajado tripulante Paulo e o Capitão Thom
Uma linda e família!
O tripulante Enzo, exímio nadador
e, é claro, a comemoração!
Uma Lição de Coragem
"De 1914 a 1916, Ernest Shackleton e sua tripulação sobreviveram ao naufrágio de seu navio, o Endurance, esmagado pelo gelo da Antártida, distantes quase dois mil quilômetros da civilização, sem meios de comunicação ou esperança de socorro. As temperaturas eram tão baixas que os homens chegavam a ouvir a água congelar. Tiveram de comer pinguins, cães e focas.
Quando a situação se agravou, Shackleton partiu para buscar ajuda em sua heróica viagem de oitocentas milhas através do gelado Atlântico Sul - em um mero barco a remo. O mais incrível é que todos sobreviveram, não só em boas condições físicas como em bom estado emocional. Tudo graças à capacidade de liderança de Shackleton."
Quando a situação se agravou, Shackleton partiu para buscar ajuda em sua heróica viagem de oitocentas milhas através do gelado Atlântico Sul - em um mero barco a remo. O mais incrível é que todos sobreviveram, não só em boas condições físicas como em bom estado emocional. Tudo graças à capacidade de liderança de Shackleton."
MORRELL, Margot; CAPPARELL, Stephanie. Shackleton - Uma Lição de Coragem. Editora Sextante, 2003. 264p.
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