Navegue conosco e conheça um pouco da nossa história, movida pela simplicidade do vento, quase à Luz de Velas...
terça-feira, 30 de agosto de 2016
Ótimo oportunidade para aprender a velejar!
Queridos,
Divulgamos abaixo os cursos dos nossos amigos que vivem no veleiro Planckton, Fábio, Cecilia e Igor.
A melhor coisa é aprender com quem vive o que ensina. Ótima oportunidade!
Agenda – Veleiro Planckton
Os cursos no inverno foram muito divertidos, e para aproveitar que a temperatura está subindo marcamos algumas novas datas para o curso Introdução a vela de cruzeiro.
10 e 11 de setembro;
15 e 16 de outubro;
26 e 27 de novembro;
17 e 18 de dezembro;
Lembramos que agora os cursos acontecem em Florianópolis.
Para maiores informações acesse www.planckton.com.br
Aguardamos seu contato!
Divulgamos abaixo os cursos dos nossos amigos que vivem no veleiro Planckton, Fábio, Cecilia e Igor.
A melhor coisa é aprender com quem vive o que ensina. Ótima oportunidade!
Agenda – Veleiro Planckton
Os cursos no inverno foram muito divertidos, e para aproveitar que a temperatura está subindo marcamos algumas novas datas para o curso Introdução a vela de cruzeiro.
Os
cursos a bordo do Planckton têm por intuito transmitir através
da prática os conhecimentos adquiridos por sua
tripulação, sendo assim uma excelente maneira de aprender
realmente "pondo a mão na massa" ou melhor "pondo a mão nos
cabos".
O
valor para este semestre será de R$ 960,00 por pessoa.
O
curso tem a duração de 2 dias (das 9 às 16:30 horas),
o almoço a bordo está incluído. Não ofereceremos a opção de
pernoite.
Datas:
26 e 27 de novembro;
17 e 18 de dezembro;
Lembramos que agora os cursos acontecem em Florianópolis.
Para maiores informações acesse www.planckton.com.br
Aguardamos seu contato!
Fabio,
Cecília e Igor
(48) 9608 8922
(11) 98193 3995
(11) 98193 3995
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
1+1=30
As últimas cinco postagens fiz pelo celular, enquanto ainda estava no barco. Tentei demonstrar, em 5 passos, a dura e trabalhosa rotina, de quem vive NO MAR e na terra. Apartamento, carro, avião, van, carro, apartamento, carro, barco, carro, apartamento, carro, van, avião, carro, apartamento, nesta ordem. Uma vez por mês, às vezes duas, de maneira quase sistemática, moramos fisicamente à bordo. Nos outros dias, navegamos em pensamento (às vezes parece até que as paredes do apartamento onde moramos em Brasília balançam).
1 dia bem vivido no barco + 1 noite bem dormida no camarote de popa, que pra mim é a melhor suíte do mundo, equivalem a 30 dias vividos e dormidos em terra, longe do mar.
Sempre que nos perguntam de onde viemos, quando estamos ancorados em alguma praia, a reação é certa: "-Puxa, que longe! E vão ficar quanto tempo?". É bonito de ver como as pessoas gostam de ver uma família a bordo.
São dias muito especiais, que alimentam a alma.
Em geral, os blogs falam de pessoas que moram no mar. Este, um pouco diferente, fala de alguém que ainda quer morar. Talvez só falte a coragem de deixar os compromissos da terra. Talvez ainda haja alguma missão a cumprir aqui. Talvez eu valorize demais o fato de eu ter me preparado a vida inteira para viver na terra, sem referências próximas de alguém que já tenha largado tudo para viver no mar, do mar. Não sei bem o motivo. É tanto "talvez", que eu até me perco...
Mas desta vez foi especial. Eu senti o amor pelo mar se manifestar de um jeito diferente em nós.
Eu agradeço muito à todas as pessoas que nos apoiam.
E é bom saber que, mesmo morando em um barco, a gente pode continuar indo no Mc Dia Feliz :)
Hoje não vai ter diário de bordo. Não fiz nada de diferente, além de dar duas voltas para calibrar a bússola da Thinker Bell e passar o dia sem fazer nada em uma poita na praia do Flamengo. Não me dei ao trabalho nem de subir a âncora do barco.
domingo, 28 de agosto de 2016
sábado, 27 de agosto de 2016
sexta-feira, 26 de agosto de 2016
Uma do veleiro Kanaloa, no caribe venezuelano
Muito legal e inspirador o relato deste casal de navegadores brasileiros a bordo do veleiro Kanaloa, no caribe venezuelano:
Veleiro Kanaloa
Veleiro Kanaloa
"Um dia, nós vamos navegar pelo mundo"
Largar tudo de repente, meio correndo, e entrar dentro de um barco que nem conhece pra começar a morar, depois de ter vendido tudo o que tinha na terra.
Será!?
Follow that dream
Será!?
Follow that dream
quinta-feira, 25 de agosto de 2016
Dia de faina
E hoje foi dia de faina no veleiro Isadora: convés, costado, casco, ferragens e cabos, tudo limpinho, lubrificado e revisado.
E o vento sudeste ali soprando firme, convidando, o tempo todo.
Pronto pra mais uma!
:)
E o vento sudeste ali soprando firme, convidando, o tempo todo.
Pronto pra mais uma!
:)
terça-feira, 23 de agosto de 2016
O Guará está a venda!
Queridos(as) Leitores(as),
O Guará está a venda.
Este barco forte, que nos acolheu no momento mais importante de nossa vida marinheira: serviu de berço, banheira e balanço à nossa pequena Isadora, que nele embarcou pela primeira vez com apenas 5 meses de idade.
Desde o início, nosso projeto foi construir nosso próprio barco. Mas, com a chegada da pequena Isadora, não haveria tempo para que pudéssemos construi-lo, ao mesmo tempo em que a pequena velejadora pudesse ter suas primeiras impressões de vida à bordo. Foi então que optamos por comprar um bom barco, de construção artesanal, de um jeito parecido com o que gostaríamos que fosse o nosso barco definitivo, do mesmo projetista, o Cabinho. E que, caso não fosse possível construir outro, que e estivesse apto a atender ao nosso propósito de viajar pelo mundo. E sempre esteve.
Nele, concluímos a Etapa I de nosso projeto de volta ao mundo: a Ambientação.
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O Guará está a venda.
Este barco forte, que nos acolheu no momento mais importante de nossa vida marinheira: serviu de berço, banheira e balanço à nossa pequena Isadora, que nele embarcou pela primeira vez com apenas 5 meses de idade.
Desde o início, nosso projeto foi construir nosso próprio barco. Mas, com a chegada da pequena Isadora, não haveria tempo para que pudéssemos construi-lo, ao mesmo tempo em que a pequena velejadora pudesse ter suas primeiras impressões de vida à bordo. Foi então que optamos por comprar um bom barco, de construção artesanal, de um jeito parecido com o que gostaríamos que fosse o nosso barco definitivo, do mesmo projetista, o Cabinho. E que, caso não fosse possível construir outro, que e estivesse apto a atender ao nosso propósito de viajar pelo mundo. E sempre esteve.
Nele, concluímos a Etapa I de nosso projeto de volta ao mundo: a Ambientação.
Muito obrigado, Guará!
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Sobre escolher o rumo.
No mar, nem sempre vamos aonde queremos.
Às vezes, vamos para outro lugar próximo, para tornar as direções do vento e das ondas mais confortáveis à navegação.
Mas isso não significa desistirmos da nossa escolha, de alcançar aquela praia de areia branquinha e água translúcida.
Significa esperar o momento certo, entendendo que a alegria não deve morar apenas lá, naquela praia. Ela deve morar dentro do nosso barco.
Às vezes, vamos para outro lugar próximo, para tornar as direções do vento e das ondas mais confortáveis à navegação.
Mas isso não significa desistirmos da nossa escolha, de alcançar aquela praia de areia branquinha e água translúcida.
Significa esperar o momento certo, entendendo que a alegria não deve morar apenas lá, naquela praia. Ela deve morar dentro do nosso barco.
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
"Uma vida bem vivida era como...
...uma semente que, bem cuidada, conseguiu crescer em sua plenitude, atingindo todo o potencial que tinha quando era só uma semente." - Aristóteles, 2000 AC.
quinta-feira, 4 de agosto de 2016
Vela - Olimpíadas Rio 2016
Olá!
Quer saber mais sobre a vela nas olimpíadas Rio 2016?
Vela - Rio 2016
Muito sucesso aos nossos atletas!
Quer saber mais sobre a vela nas olimpíadas Rio 2016?
Vela - Rio 2016
Muito sucesso aos nossos atletas!
Diário de Bordo
"Acordamos com bonito sol e agradável aragem. Tomamos café, abastecemos 5 litros de óleo diesel náutico Verana e misturamos o otimizador, que quebra as partículas de água, aumentando assim sua vida útil. Um veleiro usa pouco motor, por isso o cuidado com a durabilidade do combustível no tanque. Esta quantidade nos permite uma autonomia navegar a uma distância aproximada de 8 milhas náuticas, considerada a regra do 1/3 (1/3 de combustível para ir, 1/3 para voltar e 1/3 para reserva). Nosso destino era Enseada da Fortaleza, distante 6MN do Saco da Ribeira, que possui ancoradouros nas praias do Lázaro e da Fortaleza. Uma navegação estimada em 2h, considerando pouco vento e uso do motor até a Ponta Grande, na saída da Enseada do Flamengo. O vento soprava sudeste.
Ligamos a Tinker Bell para o primeiro teste e funcionou muito bem, de fato a querida fada cumpriu seu papel. Uma tripulante a mais no leme, enfim!
Ao sairmos da Enseada do Flamengo, dobrando a Ponta Grande, já identificamos ondas de até 2m de altura, com vagas de duração de 15s aproximadamente, que arrebentavam nas pedras. Com tudo em ordem a bordo, devidamente abastecidos, motor funcionando e todo pano, seguimos em frente. Experimentamos, mais uma vez, a sensação do enjôo a bordo. A primeira a "chamar o Hugo" foi a Rita, logo seguida de mim. Quem pensa que comandante não enjoa, engana-se! É algo que varia muito em cada um. Em meio às ondas, que por vezes cobriam a linha do horizonte, a Isadora mamava e o Vovô Vande olhava ao longe, os dois com estômago firme. "-É muito legal navegar nessas ondas!" - disse a imediata Rita. É uma pena que a gente enjoe. Foi muito bom ouvir isso, porque o enjôo a bordo é normal e conviver com condições de mar não ideais fará cada vez mais parte das nossas vidas. É engraçado isso, porque antes de nascer, a gente fica girando na água o tempo todo e adora. Depois, se acostuma com a terra firme e fica enjoado - rs.
Rumamos à Praia do Lázaro, mas como é pouco abrigada, buscamos aproximação da Praia da Fortaleza. Mesmo assim, as grandes ondulações de sudeste entravam direto na Enseada, tornando as ancoragens muito desagradáveis em qualquer uma das praias. Compartilhamos, então, uma decisão importante, misturada com alguma frustração: voltarmos. Era a melhor opção.
Ancoramos então na Praia do Flamengo, na enseada do mesmo nome, já bem próxima ao Saco da Ribeira. Ali ficamos, em paz e tranquilos, durante o restante do final de semana.
Apesar do frio, o banho foi marinheiro. A Isadora voltou ao seu baldinho, quentinho. Ainda coube nele, e adorou!
Jantamos o Carreteiro Guará do vovô, embalados pelos contos da aventura do mar grosso que enfrentamos pela manhã. Cada um tinha visto uma onda maior. Delícia de momento...
Ligamos a Tinker Bell para o primeiro teste e funcionou muito bem, de fato a querida fada cumpriu seu papel. Uma tripulante a mais no leme, enfim!
Ao sairmos da Enseada do Flamengo, dobrando a Ponta Grande, já identificamos ondas de até 2m de altura, com vagas de duração de 15s aproximadamente, que arrebentavam nas pedras. Com tudo em ordem a bordo, devidamente abastecidos, motor funcionando e todo pano, seguimos em frente. Experimentamos, mais uma vez, a sensação do enjôo a bordo. A primeira a "chamar o Hugo" foi a Rita, logo seguida de mim. Quem pensa que comandante não enjoa, engana-se! É algo que varia muito em cada um. Em meio às ondas, que por vezes cobriam a linha do horizonte, a Isadora mamava e o Vovô Vande olhava ao longe, os dois com estômago firme. "-É muito legal navegar nessas ondas!" - disse a imediata Rita. É uma pena que a gente enjoe. Foi muito bom ouvir isso, porque o enjôo a bordo é normal e conviver com condições de mar não ideais fará cada vez mais parte das nossas vidas. É engraçado isso, porque antes de nascer, a gente fica girando na água o tempo todo e adora. Depois, se acostuma com a terra firme e fica enjoado - rs.
Rumamos à Praia do Lázaro, mas como é pouco abrigada, buscamos aproximação da Praia da Fortaleza. Mesmo assim, as grandes ondulações de sudeste entravam direto na Enseada, tornando as ancoragens muito desagradáveis em qualquer uma das praias. Compartilhamos, então, uma decisão importante, misturada com alguma frustração: voltarmos. Era a melhor opção.
Ancoramos então na Praia do Flamengo, na enseada do mesmo nome, já bem próxima ao Saco da Ribeira. Ali ficamos, em paz e tranquilos, durante o restante do final de semana.
Apesar do frio, o banho foi marinheiro. A Isadora voltou ao seu baldinho, quentinho. Ainda coube nele, e adorou!
Jantamos o Carreteiro Guará do vovô, embalados pelos contos da aventura do mar grosso que enfrentamos pela manhã. Cada um tinha visto uma onda maior. Delícia de momento...
Depois de um dia de mar grosso, a gente fica assim: acabados(!?)
23º51'30.64"S 045º10'96.80"W
quarta-feira, 3 de agosto de 2016
Diário de Bordo
"Embarque no Saco da Ribeira realizado às 14:00h. Tripulação: Isadora, Thom, Rita e Vovô Vande - o aniversariante. A tripulação conheceu a estrutura da AUMAR - Associação dos Usuários da Marina do Saco da Ribeira e recebeu ótimas boas-vindas do veleiro Guará, que aguardava na poita. O barco está sendo muito bem cuidado pelo Sr Wilton. Foi instalada uma nova cana de leme, uma nova capota (bimini) e um piloto automático, carinhosamente apelidado de Tinker Bell. Por muitas vezes, desejamos que uma fada amiga pudesse assumir o leme, para que o timoneiro em turno pudesse dedicar-se também às outras tarefas da vida a bordo. Pois a fada chegou. E ainda há quem não acredite em fadas...
Abastecemos os paióis com víveres e dormimos ali mesmo, com o barco coberto, acompanhados por uma leve garoa. No rádio, o Aviso de Mar Grosso/Muito Grosso, emitido pelo porto de São Sebastião/SP, causou alguma expectativa.
Recebemos uma rápida visita do amigo capitão Marco Ferrari, que estava por ali a bordo do veleiro Feitiço. É sempre muito bom reencontrar no mar os amigos que fazemos no mar. Principalmente, quando isso acontece em um lugar diferente de onde nos conhecemos. O capitão Marcão nos ajudou a cuidar do Guará, com toda sua experiência, e deu boas dicas para a preparação do primeiro trecho da viagem, de Paraty a Ubatuba.
O jantar foi uma deliciosa porção de camarão ao alho e óleo e pizza. A Isa adora azeitonas. Uma delícia!"
Abastecemos os paióis com víveres e dormimos ali mesmo, com o barco coberto, acompanhados por uma leve garoa. No rádio, o Aviso de Mar Grosso/Muito Grosso, emitido pelo porto de São Sebastião/SP, causou alguma expectativa.
Recebemos uma rápida visita do amigo capitão Marco Ferrari, que estava por ali a bordo do veleiro Feitiço. É sempre muito bom reencontrar no mar os amigos que fazemos no mar. Principalmente, quando isso acontece em um lugar diferente de onde nos conhecemos. O capitão Marcão nos ajudou a cuidar do Guará, com toda sua experiência, e deu boas dicas para a preparação do primeiro trecho da viagem, de Paraty a Ubatuba.
O jantar foi uma deliciosa porção de camarão ao alho e óleo e pizza. A Isa adora azeitonas. Uma delícia!"
Home, salty home
23º50'36.74"S 045º11'84.36"W
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