sábado, 16 de novembro de 2019

Um Reencontro Muito Feliz!

Não é uma bela tripulação!? :)
Nesta foto, o primo Leonardo levou a família para conhecer o Guará.
O Leo tem uma importância muito grande em nossa vida no mar. Ele aprendeu a velejar ainda criança, velejando em Optimist na escolinha do Iate Clube de Rio Grande/RS. Anos depois, fizemos juntos nosso primeiro curso de Laser na Lagoa da Conceição, em Floripa. Depois, compramos juntos nosso primeiro veleiro, o Biguá, um Boto 16 que nos serviu de escola na Lagoa da Conceição.
Neste dia, muitos anos depois, embarcamos juntos no Guará.
Esta Amizade consanguinea tem uma linda história salgada... muito obrigado por tudo, Leo!

Leonardo, Christiane, Pedro, Lara, Thom, Rita e Isadora

terça-feira, 5 de novembro de 2019

Veleiro Guará: Educando para a Vida!

Projeto Veleiro Guará: Educando para a Vida!


O Veleiro Guará Ancorado na Ilha Grande - Angra dos Reis/RJ

Nossa Missão:

Oferecer aos nossos tripulantes experiências de aprendizagem vivenciais a bordo de um veleiro, complementares às suas formações nas mais diversas áreas do conhecimento.


Nossa Visão:

Queremos nos tornar um veleiro reconhecido mundialmente pela oferta de experiências educacionais embarcadas.


Nossos Valores:

A Sustentabilidade para o nosso planeta;
A Amizade entre a tripulação;
O Crescimento intelectual e moral de cada tripulante;
A Segurança de cada um e do veleiro;
A Responsabilidade, uns para com os outros.


A Justificativa para o Projeto:

Nós acreditamos que o autodesenvolvimento é o nosso maior propósito enquanto viajantes de nossas próprias experiências. Por isso, buscamos pessoas interessadas em embarcar conosco e compartilhar vivências a bordo do nosso veleiro.Há 5 anos atrás, iniciamos o projeto de uma volta ao mundo em 10 anos, e sequer tínhamos barco. Hoje, à metade do caminho, muito aprendemos e outro tanto aprenderemos. Por isso, pretendemos que o nosso barco tenha capacidade para centenas de tripulantes. E pode ter, se estendermos o nosso convés a todos os amigos que quiserem embarcar nesta aventura conosco. Por isso, seja bem vindo a bordo!

O Comandante do Veleiro Guará:

Thomás Colvara Teixeira, o "Capitão Thom", é Mestre de embarcações habilitado pela Marinha do Brasil. Participou de treinamentos técnicos de condução de veleiros e de segurança marítima, ao longo de mais de uma década dedicada à navegação.É professor há mais de 20 anos, Mestre em Mecatrônica por formação. Atuou como educador e líder corporativo na Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, onde contribuiu significativamente pela expansão de sua Universidade Corporativa (UniCorreios).Atualmente é navegador, empresário, livre docente, educador doméstico (homeschooler) e chefe escoteiro do mar. Junto com sua tripulação, vê o seu Veleiro Guará como uma "Escola da Vida", aplicando as lições aprendidas no mar nos diversos aspectos que vivencia.

A Proposta:

O que aprendemos ao realizar uma travessia? O que o mar tem a nos ensinar?Grandes navegadores parecem ter encontrado estas respostas, há milênios. Viajaram, aprenderam, cresceram, descobriram novos continentes, expandiram. Como empreendedores, muitos vem utilizando seus potenciais desenvolvidos no mar para promover mudanças importantes em suas vidas e nas vidas de outras pessoas.Incentivamos educadores, professores, pais, líderes, amigos, coaches, estudantes, a procurar descobrir este novo espaço e como ele pode agregar valor ao seu propósito. Uma aula de música ou de idiomas; uma sessão de coach ou uma aula de Yoga; uma oficina de fotografia ou mesmo de navegação; um happy hour ou uma sessão de design thinking podem ser muito bem vividas a bordo!Existe, literalmente, um "mar de oportunidades" a ser desvendado. E o Veleiro Guará está à disposição. Embarque conosco nesta aventura e descubra o que o mar tem a dizer à você!

Como Participar


Para participar, não é necessário nenhum conhecimento prévio em navegação. Basta entrar em contato solicitando maiores informações sobre como fazer parte desta grande tripulação.O veleiro está atualmente ancorado em Governador Celso Ramos/SC, na região da Grande Florianópolis. Em breve, conforme planejado, alcançará outros portos e, em cada um deles, nossos tripulantes serão sempre bem vindo a bordo!


Bons Ventos e até breve!  /)/)

Enquanto isso, em terra firme...

...os chefes escoteiros do mar compartilham suas experiências. Nesta aqui, o chefe aprendendo a costurar a vela do Isadora.
Lindo de marear, né!?



O chefe Reno em sua lição de costura.

O Inestimável Valor de uma Experiência Salgada

Querido Diário de Bordo,

Digo "querido", porque gosto de tratar assim as minhas experiências. Seja doces ou salgadas, são sempre assim, queridas, pelo valor que me acrescentam. Valor que, neste caso, foi acrescentado também a uma jovem escoteira sênior.
O que vale das nossas experiências é o aprendizado. Sem julgar o certo e o errado, olhar de fora para um acontecimento e retirar, humildemente, as lições aprendidas.
Era um sábado chuvoso, com vento fresco que soprava de nordeste naquela baía sul, na Ilha de Santa Catarina. Era também dia de atividade escoteira marítima, com embarcações a vela.
Depois de separarmos os kits de cada barco, escolhemos um veleiro da classe Laser e um da classe Holder, pelas melhores condições apresentadas. Estes barcos, doados ao grupo escoteiro do mar, estão sendo, a pouco e pouco, reconduzidos à condição de navegadores, ao passo em que também os jovens escoteiros acumulam aprendizagens e experiências à vela.
Pois bem. Após as instruções de montagem, ocorridas à beira mar, identificamos que os lemes de ambos os barcos estavam em condições ruins. O do Holder, sequer encaixou nas governaduras (pinos em aço inox que sustentam o leme). O do Laser, encaixou um pouco e fixou com a trava.
Realizamos a atividade prevista próxima à praia, que se tratava em aprender em desvirar os barcos em caso de capotamento. Assim o fizemos, e todos os jovens escoteiros assimilaram e exercitaram esta importante lição, pois o Laser é um barco bastante ágil e também virador.
Feito isto e tendo observado as condições de navegabilidade e estanqueidade do veleiro, este comandante resolveu dar uma "pequena voltinha". Quem é do mar sabe que, naquelas condições, com bom vento e um veleiro na água, não sair seria um desperdício imenso. E sair sozinho seria também um desperdício de oportunizar a alguém a oportunidade de navegar. Chamei então a escoteira mais próxima e mais leve, pois o Laser é um barco para um tripulante apenas, e já não estou lá na minha melhor forma física. Fui no cockpit, a jovem na proa, zarpamos até ali. Mas chegando "ali", ao dar o bordo de retorno, o remo caiu na água (sim, levamos remos, uma propulsão auxiliar importante). A jovem perguntou se poderia ir buscar nadando e concordei, pois era apta e estava usando colete. Mas, ao tentar subir, capotamos, e foi então que nossos exercícios se tornaram realidade.
A corrente ali é muito forte, pois o local é próximo ao canal estreito que separa a ilha do continente. Veja na imagem abaixo:

Local estimado do capotamento

Ao capotar, o barco derivou com a corrente. Mantive-me próximo a ele e aguardei a chegada da senior, para que juntos, realizássemos o procedimento de desvirar e embarcar. Assim que ela chegou, assim o fizemos.
Neste momento, ao começar a orçar (velejar contra o vento) para voltar, percebi o quão desajustado estava o barco. Sem as talas na valuma e com excesso de peso da tripulação, o pequeno Laser orçava muito mal. Precisei então abrir o rumo para a margem contrária, para ganhar espaço, para então promover o bordo que nos levaria de volta à praia.
Nos afastamos bastante, avançando com grande dificuldade. Ao realizar a manobra de jaibe (mudança de bordo em 180 graus com o vento passando pela popa), o leme quebrou. Não soltou, quebrou mesmo, na governadura inferior. Sem o leme, a jovem já cansada perguntou "-e agora, o que vamos fazer?", ao que prontamente respondi: -"remamos!". Foi aí que algum desespero surgiu a bordo. Pacientemente, procurei acalmá-la, dizendo que estava tudo bem. Que poderíamos demorar para voltar, mas que isso certamente aconteceria, pois o barco estava estanque e tínhamos margens de ambos os lados. Ela, muito corajosa diante desta primeira experiência em um veleiro, procurou acalmar-se. Neste momento, percebi o quão valiosa foi até então sua formação escoteira.
Estávamos longe da margem almejada, o local de partida. Percebi que remar contra o vento e a maré seria exaustivo e infrutífero. Deixei-a então repousar, enquanto acertei a proa rumo ao destino, abri a vela e usei um dos remos como leme de fortuna. Quando o barco tentava aproar (virar de frente para o vento), pois esta é a tendência natural de qualquer boa embarcação, eu remava pelo bordo contrário e o colocava no rumo. Avançávamos lentamente, derivando para baixo. Naquele ritmo, após horas, chegaríamos em alguma praia mais abaixo do ponto de partida e buscaríamos resgate. Este era o plano, pacientemente executado, sob mensagens motivadoras de ânimo seguidas de longos silêncios.
Após alguns minutos, avistamos um veleiro utilizando motor, em rumo próximo ao nosso. Fiz sinal de ajuda, e eles nos rebocaram até o local mais próximo que puderam, já fora da intensa corrente contrária. Deixo aqui o meu sincero agradecimento ao comandante do "Mano Velho" e sua tripulação, composta por dois homens, uma mulher e uma criança a bordo. Após um bom tempo, que não sei precisar quanto (pois navegávamos rebocados com borrifos de água salgada no rosto e a vela panejando com loucura, enquanto a retranca insistia em tentar nos degolar), fomos deixados no local mais próximo possível, sob pena de encalhe do Mano Velho (possivelmente um Delta 26).
Ali, sem leme, utilizando a mesma técnica anterior, fomos deixados pelo vento em cima das pedras, já bem próximos à praia. Os escoteiros do mar, bravos em sua natureza, lançaram-se naquelas águas rasas em auxílio da cansada tripulação do pequeno veleiro, ainda não batizado.
Pedi desculpas à jovem senior e ao chefe da tropa, pela imprudência. Desculpas estas, que endosso aqui, pois nas condições do barco aquela "saidinha", por mais curta que pudesse ser, foi mais desastrosa do que o imaginado. É certo que acidentes acontecem. Mas, "quem se faz ao mar, avie-se em terra", diz o milenar ditado.
É justo dizer também que, apesar de tudo, a calma que consegui manter, devido ao preparo que tive ao longo de dez anos dedicados à vela, possivelmente tenha evitado algo pior. "-...falou que vc foi show, que sempre se mostrou calmo e paciente com ela, e se não fosse vc ela teria surtado.", foram palavras do chefe. Não restaram traumas, e isto me deixa muito feliz. Ao superarmos uma situação difícil, podemos avaliar o que ocorreu e pensar: "-puxa, eu resisti a isto. Sou muito forte." E a jovem está de parabéns pela bravura, pois me parece que assim o fez.
O mar nos deixa sempre muitas lições. Talvez por esta razão, pequenos navegadores frequentemente se tornam grandes pessoas. E eu ainda tenho muito a aprender com eles.
Um brinde às nossas experiências, sempre boas sob a ótica correta. Um brinde à solidariedade marinheira, ao "Mano Velho" e sua tripulação, aos jovens Escoteiros do Mar. Um brinde à vida.

Tim-tim !

domingo, 3 de novembro de 2019

A melhor escola...

...parece ser mesmo vida, com a simplicidade que ela sempre nos apresentou.
Nesta, aprendemos que o almoço pode estar bem pertinho :)


quinta-feira, 17 de outubro de 2019

"Apenas Mais Uma de Amor"

Meus queridos,

Ontem fiz uma pequena publicação no Instagram, e irei transferi-la para cá, com algumas lições que venho aprendendo ao estudar um pouco sobre esta pequena ave notável que me inspira muito:

Uma Andorinha do Ártico em pleno vôo


"A Andorinha-do-Mar-Ártico pesa pouco mais de 100g e vive em torno de 30 anos. Ela voa em média 90.000km em apenas uma viagem de ida e volta. Ao longo de sua existência, viaja aproximadamente 2.400.000km realizando travessias oceânicas entre o Ártico e a Antártida. Ela vê a luz do dia mais do que qualquer outro animal, pois sempre chega aos polos no verão."


A pequena notável realiza suas travessias em "S"


Mas... que lições podemos tirar desta pequena ave, que realiza diversas vezes as maiores migrações do planeta? Bem... esta pode ser uma pergunta difícil, pois cada um, certamente, poderá ter uma interpretação.
A minha, é de que "pequena" ela não tem absolutamente nada. Ela é um SER enorme, bem maior do que o seu pequeno corpo físico. Ela jamais desiste do grande desafio para o qual nasceu. Ela tem seu objetivo muito claro: começa o inverno em um polo, ela viaja para encontrar o verão no outro. Simples assim.
Ao longo de seu período de aprendizagem, ainda jovem, ela reconhece suas pequenas asas. sabe de suas limitações energéticas, devido ao seu pequeno peso. Mas aí, ela aguça os sentidos. Sua percepção dos ventos, o cheiro dos lugares, o campo magnético da Terra. Ela se inspira, se enche de todo os eu potencial provido pela Fonte Criativa que habita TODOS os seres da galáxia. E ela vai... e nunca desiste, jamais volta atrás. Ao invés disso, corrige constantemente seu rumo, buscando sempre as correntes que as levam, ainda que estas mudem de intensidade e de direção. Se preciso desce, repousa, espera. E vai de novo.
Bem... o fato é que cada um de nós é tão significante quanto a Andorinha-do-Ártico. Mas, fazendo uso da nossa vontade, às vezes nos autossabotamos dizendo: "-Chega. Desisti". E às dificuldades existem, eu sei, mas... que tal dizer: "-Chega. Mudei de estratégia"!?
Ela pára também. Repousa, reavalia, aguça os sentidos, PERCEBE. Mas jamais perde o foco do seu objetivo. E vai.
Desistir significa assumir que algo é maior do que nós, que fomos superados. Mas algo, ou alguém, pode ser superado, se somos todos filhos da mesma Fonte Criativa da Andorinha-do-Ártico!?
Mudar de estratégia significa adotar outra postura, tomar outras decisões (ou não fazer nada, o que também é uma decisão), e assumir suas consequências. É assumir a Fonte Criativa em nós, para parar, repousar, aguçar os sentidos, PERCEBER, e manter o controle sobre o suposto "problema".
Meus queridos, esta é uma lição de amor, que eu tive e estou tentando assimilar. Talvez seja uma inspiração para você, em algum momento de sua "migração", por isso compartilhei.
Por enquanto, é isto :)

Bons ventos!


quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Homeschooling: O Amor está no Mar!

Queridos(as) Leitores(as),

Me perdoem a falta por aqui. Mas escrevo para dizer-lhes que, entre tempestades ruidosas, intercaladas com inquietantes calmarias, o barco segue firme em seu rumo. Entre uma correção aqui e outra ali, vamos traçando nossa carta náutica quase sobre a almejada linha de nossa derrota. Como eternos e ternos aprendizes navegadores, vamos escrevendo no leme com mais ou menos alguma precisão.
Vão aí algumas imagens da nossa pequena mascote, empenhada em assimilar as lições dos novos professores: seus pais :)
Um grande abraço apertado com a volta do fiel.
Thom.


A carteirinha de estudante da Isadora. Iniciamos com o homeschooling, em complementação à escola tradicional.



A Isadora em uma de suas atividades de campo, esta embarcada.



Uma estudante muito aplicada!


sábado, 29 de junho de 2019

A Lição do Andaime

Querido(a) leitor(a).

Se você é novo(a) por aqui, então eu vou contar rapidinho que criei este blog para registrar alguns sentimentos, idéias, planos e ações de uma viagem que decidi fazer há alguns anos atrás. Naquele dia, há 5 anos e meio, com apenas conhecimentos básicos sobre navegação marítima, eu resolvi viajar pelo mundo com o meu veleiro. Mas eu não tinha um veleiro. Nem um plano. Só um sonho e uma data para partir.
Desde aquele dia, a minha vida mudou. Ah, eu fiz um plano... mudei de cidade, de trabalho, fiz novas amizades, fortaleci outras, enfraqueci outras tantas... minha vida mudou.
Bem, eu comecei a construir uma casa perto do mar. Perto do barco. Ah, sim, eu comprei um barco. Achei que seria bom para o plano, rs. Mas, sobre a casa, a construção, eu tenho algo a dizer. Algo que aprendi com o Sr Luiz, o pedreiro. Ele é um homem determinado. Por dias, bem mais do que eu. Agradeço a ele por aturar o mau humor de um pequeno homem do mar que quer viajar por aí e tem que aturar colunas, vigas, paredes e telhados sendo construídos com a suposta intenção de mantê-lo ali, às margens do seu sonho, a admirar a linda vista de onde ele queria estar.
O Seu Luiz, rs. "Tá faltando cimento", "tá faltando prego", "preciso de um vale pra gasolina", e eu me contendo em responder "preciso tirar as cracas do barco". Mas o Seu Luiz é um cara muito legal.
Ah, sim, a lição do andaime: ele foi rebocar uma parede muito alta, e começou a planejar a construção de um andaime de madeira. Nesta hora, eu "viajei" com ele. Ele não gosta de deixar as coisas para trás. E nem eu. E enquanto ele planejava como faria para rebocar o beiral do telhado, lá em cima, eu me via planejando minha viagem. Aí ele foi montando, escoras, ripas, tábuas, pregos, marteladas, e foi indo. A cada nova etapa, mais um andaime. Andaime sobre andaime. Aí ele ficou agoniado. "Não vai dar pra colocar mais um aqui. Vou ter que deixar pra depois a parte de cima. Vou precisar de escoras maiores. Com estas aqui, vai ficar muito arriscado" - disse.
Voltei para dentro de mim e refleti sobre minhas angústias. As angústias de todo um esforço que parece não estar indo na direção correta. Como o de um veleiro que, para buscar mares mais calmos, sai demais do seu rumo e aumenta o seu percurso. Mas no meio deste trajeto, enfrenta tempestades que, inesperadamente, surgiram. "Eu queria estar rebocando o meu telhado" - pensei. Mas considerei que, assim como os pedreiros, somos construtores dos nossos caminhos. E que, para lograr êxito, precisamos reconhecer que naquele momento o nosso andaime não está forte o suficiente para nos suportar para cima. E precisamos descer... planejar melhor, em segurança. Buscar recursos, alternativas, sem perder o objetivo de vista. Porque no final, a gente não quer ver aquela pontinha, lá em cima, que ficou por fazer. E a gente segue.... indo, voltando... arrumando... ressignificando.
Eu demorei para escrever porque estava numa tempestade em terra firme. Uma dessas, que você já deve ter passado. E numa tempestade, tudo parece dar errado. Aquele cabo solto, aquela peça enferrujada que você deixou pra consertar depois... na hora do tranco, tudo arrebenta. Mas você enfrenta. E se for inteligente, e suficientemente humilde, desce do andaime.
A casa está ficando muito bonita... vai ser bom voltar pra cá, daqui há alguns anos.
Depois eu mostro uma foto nossa na construção do Seu Luiz.

Au revoir,
Thom.

Lá em cima, à direita, "a missão" a completar.


Estágio atual da base - fotografia de hoje.

sexta-feira, 31 de maio de 2019

"A Bela Enseada da Armação da Piedade"

A bela enseada da Armação da Piedade em Governador Celso Ramos

Foi a praia escolhida para a construção da Armação Baleeira em 1743, utilizada para extração de óleo de baleia até o declínio da atividade por volta de 1850.
A capela e as ruínas da armação baleeira são atrações do lugar. A Capela de Nossa Senhora da Piedade, inaugurada em 1745, foi a primeira igreja edificada em Santa Catarina. Na beira da praia é possível desfrutar de deliciosas refeições a base de frutos do mar.

Fonte: Retratos de Santa Catarina
Foto: @mkv_drone


Um dos nossos roteiros preferidos aqui pelo nosso quintal. Venha conosco a bordo do veleiro Guará! /)/)