“Tenho sempre
planos para o mar”, diz Ruda. Os anos passam por ele sem apaziguar a
ousadia juvenil. O tcheco está prestar a concluir uma jangada a partir
de uma enorme árvore cortada por ele mesmo: “É uma embarcação muito
primitiva. Quero partir de Portugal e atravessar o Atlântico. Demonstrar
que os povos primitivos também o podiam ter feito. É uma boa forma de
celebrar meus 70 anos”.
http://www.cartacapital.com.br/revista/801/201cvivo-como-pobre-viajo-como-rei201d-6643.html

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